quinta 17 abril 2014 . 20:13 . Atualizado às 20:08

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Rosário e seu vice foram eleitos com 9.651 votos no município. Rosário assumiu o município em abril deste ano,.

Manaus - O promotor eleitoral de Manicoré (distante 332 quilômetroso sudoeste de Manaus), Marcelo de Salles Martins, pediu a cassação e a inelegibilidade, por 8 anos, do prefeito reeleito no município, Lucio Flávio do Rosário (PSD), e do vice dele Paulo Sérgio Barbosa, por compra de votos.

De acordo com a representação, apresentada no dia 26 de agosto de 2012 na comarca eleitoral do município, o prefeito distribuiu rolos de arame, motores de rabeta, dinheiro, bicicletas, mosqueteiros, entre outros objetos e benefícios.

Em outubro a Polícia Civil apreendeu três motores rabetas, depois de receber a denúncia de que teriam sido distribuídas pelo prefeito.

A distribuição de bens ou qualquer outro tipo de benefício em troca de voto é crime eleitoral cuja pena vai desde a aplicação de multa, que varia de R$ 3,5 mil a R$ 7 milhões, até a cassação.

O chefe do Centro de Apoio Operacional às promotorias Eleitorais do MPE, promotor George Cavalcante disse  que ainda não foi informado da situação. A reportagem procurou o promotor Marcelo Martins para mais informações sobre o caso, mas não obteve sucesso.

Rosário e seu vice foram eleitos com 9.651 votos no município. Rosário assumiu o município em abril deste ano, depois que o ex-prefeito do município, Manoel Galdino (PSD), renunciou o cargo alegando que precisava cuidar da saúde.

 

 

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