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RSSIncêndio no Centro de Manaus atinge importadoras
O fogo começou por volta de 16h, na importadora Tânia, e chegou a atingir uma segunda loja do mesmo ramo. Bombeiros demoraram mais de duas horas para conter o fogo.
Outro incêndio atingiu estabelecimentos comerciais no Centro de Manaus, na tarde deste domingo, dia 25. O fogo começou às 16h05, na Importadora Tânia, situada na rua Guilherme Moreira. A Importadora Prince também foi atingida. O Corpo de Bombeiros só conseguiu controlar o incêndio às 18h20. Eles tiveram dificuldade em encontrar o foco do incêndio devido a quantidade de fumaça.
O vigilante da praça Helionoro Balbi, Luciano Lima, conta que viu a fumaça e logo acionou a Brigada de Incêndio instalada no Palacete Provincial. Segundo Luciano Lima, os bombeiros tiveram problemas em entrar no estabelecimento. Eles precisaram usar uma motosserra para abrir os portões das lojas.
O chefe da Divisão de Suporte da Defesa Civil, 2o Tenente Pedro Celivaldo, afirma que o motivo pela demora no controle do fogo foi a grande quantidade de fumaça. “Devido a existência de materiais de fácil combustão, como plástico e malas de tecido, o incêndio se propagou rápido e gerou muita fumaça”, disse.
A Importadora Tânia e a Importadora Prince comercializam eletrodomésticos, produtos de informática, malas e brinquedos.
O policial militar Elande comentou que os bombeiros também procuraram abrir caminho pelas lojas atrás das importadoras. A operação utilizou quatro caminhões do Corpo de Bombeiros.
Por volta das 17h40, enquanto os bombeiros ainda tentavam controlar o fogo, os proprietários e funcionários das lojas começaram a entrar, sem nenhuma proteção, no estabelecimento para recuperar alguns produtos.
Foram preciso mais de duas horas de combate para os bombeiros apagarem o incêndio. Celivaldo afirma que as outras duas lojas vizinhas, AudioCenter e Crefisa, não foram atingidas. Segundo o representante da Defesa Civil, o prédio ainda passará por uma rápida vistoria, neste mesmo dia, para constatar se a estrutura física foi abalada.
“Mas creio que a fachada não está comprometida e, assim, descartamos a necessidade de interditar a rua”, declarou Celivaldo.
O proprietário da Importadora Tânia, Dipo Ramchandani, preferiu não falar com a imprensa.
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